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Polícia 48 anos de prisão

Mulher que matou três crianças com veneno para ratos na Paraíba é condenada a 48 anos de prisão

De acordo com informações policiais, o trabalho investigativo com as vítimas foi utilizado o mesmo e todas elas tiveram contato com a suspeita antes de morrer, apresentando sintomas como: cegueira, náuseas, vômitos, dificuldade de respiração e equilíbrio

28/08/2021 às 19h16 Atualizada em 28/08/2021 às 19h25
Por: Danilo Almeida
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Mulher que matou três crianças com veneno para ratos na Paraíba é condenada a 48 anos de prisão

Após passar por julgamento nesta sexta-feira (28), a agricultora Vânia Maria da Silva acusada de matar três crianças com biscoitos e doces envenenados no Sítio Cariatá, em Itabaiana, foi condenada a 48 anos de prisão de reclusão em regime fechado. Na sentença, a Justiça condenou a agricultora a 15 anos por cada morte, porém as penas foram agravadas com mais um ano por óbito pelo fato das vítimas serem crianças. Os crimes ocorreram entre fevereiro e março de 2017.

 

Para a Polícia Civil, foram vítimas de Vânia Letícia Firmino de Sousa, 12 anos, que passou mal no dia 6 de março de 2017, após comer biscoitos oferecidos pela suspeita, e morreu dia 10 no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande; Samuel Alexandre da Silva, 6 anos, que faleceu no dia 25 de fevereiro de 2017 no Hospital Público de Itabaiana; e Ana Gabriele Evangelista da Silva, 9 anos, que morreu no dia 19 de fevereiro de 2017 também no hospital de Itabaiana.

De acordo com informações policiais, o trabalho investigativo com as vítimas foi utilizado o mesmo  e todas elas tiveram contato com a suspeita antes de morrer, apresentando sintomas como: cegueira, náuseas, vômitos, dificuldade de respiração e equilíbrio, entre outros. Os laudos do Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmaram a presença de veneno para ratos, conhecido como chumbinho, em três corpos, exceto o resultado do laudo cadavérico da adolescente, que deverá ser liberado nos próximos dias.

 

O delegado Seccional de Itabaiana, Felipe Castellar, Vânia teria oferecido doces a uma das crianças, durante uma festa, outra ela teria solicitado um auxilio para procurar uma chave. Em três dos laudos, foram confirmados a presença do veneno e que as vítimas haviam tido contato com a suspeita, antes de passarem mal.

 

Rafael Andrade – ClickPB

 

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