O Major Esaú de Lucena Barboza, comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar de Catolé do Rocha, emitiu uma nota esclarecendo que a venda de rifas na cidade não tem nenhum vínculo com o batalhão nem com os seus militares. Veja a nota:

Bom dia amigos da imprensa!
Gostaria de contar com a valorosa colaboração para emitir NOTA de Esclarecimento aos comerciantes e sociedade civil organizada de Catolé do Rocha e região.
Ocorre que nos últimos dias nos chegou a informação através de amigos do comércio local que pessoas tem circulado nos estabelecimentos comerciais utilizando-se do nome de policiais militares do nosso batalhão com o pretexto de vender rifas para uma associação que destinaria benesse aos militares da nossa Unidade policial.
Outrossim afirmamos que tal situação não tem absolutamente nenhuma relação com nossa instituição Polícia Militar e ademais não tem NENHUM vínculo com o nosso 12º BATALHÃO. O fato é que compõem uma associação da capital que é formada por pessoas da capital e utilizam se desse “modus operandi” para angariar recursos nas cidades do sertão paraibano para aplicar a sua conveniência na capital do estado para seus associados, que mais uma vez friso “não possui relação nenhuma com o batalhão de Catolé do Rocha e muito menos possui autorização para usar o nome de qualquer militar da nossa unidade.”
Agradeço a atenção de todos e peço ajuda na difusão desta nota para que pessoas não sejam pegas de surpresa ou comprem a rifa que apesar de ser legal mas utiliza-se do nome de Militares do nosso batalhão de forma enganosa.
Esaú de Lucena Barboza
Comandante  do 12º BPM